O CTO de longa data da Ripple, agora emérito, e co-arquitecto do XRP Ledger, David Schwartz, revelou duas das histórias de origem mais estranhas do ecossistema. Envolvem Arthur Britto, anomalias cognitivas e uma música dos Grateful Dead.
Tudo começou com uma pergunta sobre quem foi o primeiro a cunhar o termo “drop” para a menor unidade de XRP. Segundo Schwartz — embora não pudesse afirmar com certeza — sua melhor hipótese era Arthur Britto.
Ele então abriu uma comparação rara entre si e Britto, explicando que, enquanto ele opera em um alto nível de inteligência convencional, o intelecto de Britto funciona em um plano totalmente diferente, possuindo traços que a maioria das pessoas não possui.
Enquanto Schwartz processa as informações rapidamente, Britto costumava pedir que ele desacelerasse durante as explicações, mesmo ao discutir suas próprias ideias.
Em seguida, a conversa desviou para curiosidades sobre a Ripple, quando outro usuário mencionou o fato de que o nome da empresa se sobrepõe a uma música dos Grateful Dead e que a antiga página 404 da Ripple apresentava uma vez o "Dancing Bear" da banda.
Acontece que havia, de fato, uma conexão, pois Schwartz explicou que a Ripple adquiriu seu nome de domínio de um fã da banda, que o registrou anos antes por causa dessa música — e não por uma decisão direta da empresa.
Assim, por ora, Schwartz desmistificou três questões de longa data na comunidade XRP: a origem do termo "drop", a diferença de inteligência entre os dois arquitetos do XRP e as raízes musicais por trás da identidade online da Ripple.
Numa quinta-feira casual, o legado por trás do XRP e da Ripple ficou um pouco mais profundo e muito mais excêntrico.