Investir o que é mais importante? Muitas pessoas começam por estar enganadas.
A minha opinião é a seguinte ordem: em primeiro lugar, vencer a sua própria mentalidade, em segundo lugar, a capacidade de selecionar ações, e em terceiro lugar, a avaliação. Pode parecer um pouco contra-intuitivo, mas esta é a realidade.
Por que a mentalidade fica em primeiro lugar? Porque a maioria dos investidores que falham, falham exatamente aqui. Racionalidade, paciência, não ser ganancioso nem temeroso — dizer é fácil, fazer é que é difícil. Ver os outros multiplicar o investimento enquanto ainda não há sinais em si, dá aquela vontade. Por outro lado, uma queda repentina, e já quer vender tudo imediatamente. Essas oscilações psicológicas podem destruir um plano de investimento bem elaborado.
Depois vem a seleção de ações. É preciso ter a capacidade de identificar quais empresas são realmente confiáveis, o que exige pesquisa e experiência acumulada.
Por último, vem a avaliação. Mas isso não significa que a avaliação não seja importante, apenas que seu papel não é tão decisivo. O que é avaliação? Simplificando, após escolher uma boa empresa, você deve garantir que não está pagando um preço alto demais. Como determinar se esse preço é razoável? É preciso fazer uma avaliação preliminar da empresa.
Sobre os métodos de avaliação, a abordagem mais comum no mercado — incluindo os investidores de topo — é usar uma lógica chamada «desconto de fluxo de caixa futuro». Mas essa ferramenta, não é uma fórmula rígida, pois envolve muitas avaliações subjetivas.
O que precisamos é de uma «precisão vaga». Parece contraditório? Na verdade, faz todo sentido. Porque muitas coisas você simplesmente não consegue entender completamente. Por exemplo, ao avaliar uma pessoa, você pode dar uma nota de 50 ou 90, mas essa nota consegue representar completamente essa pessoa? Obviamente que não. Mas isso não significa que a avaliação não tenha valor.
O mesmo vale para a avaliação de uma empresa. Se você estima que ela vale 500 mil, ela realmente vale 500 mil? Nem sempre. Duas empresas que parecem ter uma nota de 80 podem ter desempenhos muito diferentes. Portanto, nunca trate a avaliação como uma ciência exata, ela é, na essência, uma forma de julgamento.
E voltando ao ponto — mesmo que a avaliação não seja perfeita, ainda assim é melhor do que não avaliar nada. Se você nem sabe quanto vale essa empresa, como pode compará-la com o preço de mercado? Como determinar se está barato ou caro? Portanto, no final, a etapa de avaliação é indispensável.
Como fazer a avaliação? Indicadores como o P/E (preço/lucro) e ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) podem ajudar como referência. Mas lembre-se de uma coisa: esses são apenas instrumentos de referência, não regras rígidas.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
9 gostos
Recompensa
9
8
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
SerumSqueezer
· 10h atrás
A parte psicológica é realmente um fator decisivo, ver os outros a ganhar dinheiro dá uma vontade irresistível de começar a fazer asneiras
Ver originalResponder0
EntryPositionAnalyst
· 01-10 01:53
Tens razão, se não ultrapassares a barreira psicológica, de nada serve compreender valorização. Sou daquele tipo que fica com comichão ao ver outros a ganhar dinheiro, vendi muitos ativos com prejuízo, lições dolorosas mesmo.
Ver originalResponder0
MEV_Whisperer
· 01-10 01:51
Dizeres bem, a mente é o maior inimigo, mais difícil que qualquer coisa.
Ver originalResponder0
RebaseVictim
· 01-10 01:50
Concordo, essa parte psicológica é realmente de nível infernal, eu é que caí aqui...
Ver originalResponder0
MEVSandwichVictim
· 01-10 01:49
Não se pode negar, a mentalidade é realmente o maior assassino. Já vi muitas pessoas perderem dinheiro ao ver os outros ganharem.
Ver originalResponder0
GasBankrupter
· 01-10 01:45
Tem toda a razão, a mentalidade é realmente a parte mais difícil de superar. Tenho uma sensação especial sobre isto, vendo as pessoas no grupo a ganharem muito dinheiro enquanto eu próprio fico indeciso sobre aumentar a posição, é realmente de enlouquecer. Já realizei prejuízos inúmeras vezes.
Ver originalResponder0
OnchainSniper
· 01-10 01:43
Bem dito, a parte psicológica é realmente a mais difícil. Eu mesmo já fui atormentado pelo medo de ser liquidado, hahaha.
Ver originalResponder0
RugResistant
· 01-10 01:39
No fundo, ainda é preciso controlar-se, não fazer operações à toa
Investir o que é mais importante? Muitas pessoas começam por estar enganadas.
A minha opinião é a seguinte ordem: em primeiro lugar, vencer a sua própria mentalidade, em segundo lugar, a capacidade de selecionar ações, e em terceiro lugar, a avaliação. Pode parecer um pouco contra-intuitivo, mas esta é a realidade.
Por que a mentalidade fica em primeiro lugar? Porque a maioria dos investidores que falham, falham exatamente aqui. Racionalidade, paciência, não ser ganancioso nem temeroso — dizer é fácil, fazer é que é difícil. Ver os outros multiplicar o investimento enquanto ainda não há sinais em si, dá aquela vontade. Por outro lado, uma queda repentina, e já quer vender tudo imediatamente. Essas oscilações psicológicas podem destruir um plano de investimento bem elaborado.
Depois vem a seleção de ações. É preciso ter a capacidade de identificar quais empresas são realmente confiáveis, o que exige pesquisa e experiência acumulada.
Por último, vem a avaliação. Mas isso não significa que a avaliação não seja importante, apenas que seu papel não é tão decisivo. O que é avaliação? Simplificando, após escolher uma boa empresa, você deve garantir que não está pagando um preço alto demais. Como determinar se esse preço é razoável? É preciso fazer uma avaliação preliminar da empresa.
Sobre os métodos de avaliação, a abordagem mais comum no mercado — incluindo os investidores de topo — é usar uma lógica chamada «desconto de fluxo de caixa futuro». Mas essa ferramenta, não é uma fórmula rígida, pois envolve muitas avaliações subjetivas.
O que precisamos é de uma «precisão vaga». Parece contraditório? Na verdade, faz todo sentido. Porque muitas coisas você simplesmente não consegue entender completamente. Por exemplo, ao avaliar uma pessoa, você pode dar uma nota de 50 ou 90, mas essa nota consegue representar completamente essa pessoa? Obviamente que não. Mas isso não significa que a avaliação não tenha valor.
O mesmo vale para a avaliação de uma empresa. Se você estima que ela vale 500 mil, ela realmente vale 500 mil? Nem sempre. Duas empresas que parecem ter uma nota de 80 podem ter desempenhos muito diferentes. Portanto, nunca trate a avaliação como uma ciência exata, ela é, na essência, uma forma de julgamento.
E voltando ao ponto — mesmo que a avaliação não seja perfeita, ainda assim é melhor do que não avaliar nada. Se você nem sabe quanto vale essa empresa, como pode compará-la com o preço de mercado? Como determinar se está barato ou caro? Portanto, no final, a etapa de avaliação é indispensável.
Como fazer a avaliação? Indicadores como o P/E (preço/lucro) e ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) podem ajudar como referência. Mas lembre-se de uma coisa: esses são apenas instrumentos de referência, não regras rígidas.