Recentemente, a ZEC tem sido protagonista de um grande espetáculo no mercado. Antigamente considerada a rainha das moedas de privacidade, hoje ela recua passo a passo sob os golpes da realidade.
A faísca que iniciou a crise foi simples — a equipe de desenvolvimento central se dividiu, fundando uma nova empresa, a CashZ, sob o pretexto oficial de "atualização de governança". Essa justificativa soa familiar, sempre tão elegante, mas na prática não passa de um desfecho inevitável: esse grupo já não pretende continuar com o projeto.
O mercado de capitais reagiu rapidamente. Em uma grande exchange, um whale fez uma aposta de US$ 12,35 milhões com alavancagem de 10x, comprando ZEC. E o resultado? De US$ 481 caiu direto para US$ 386. Isso não é investimento, é um teste de mercado puro — dinheiro não consegue impedir a corrente de fluxo.
Do ponto de vista técnico, a situação é ainda mais perigosa. A atividade de desenvolvimento caiu para o menor nível desde novembro de 2021, e o projeto está praticamente parado. Embora o RSI tenha se recuperado de uma zona de sobrevenda para 48,37, nesse momento, essa recuperação é apenas um respiro técnico, sem força para sustentar uma reversão.
O dinheiro está votando com os pés. As últimas duas ondas de saída líquida atingiram, respectivamente, US$ 19,8 milhões e US$ 9,1 milhões em USDT, deixando a atitude do mercado bastante clara. Quando todos os olhares estão voltados para o ecossistema do BTC, quem ainda se lembra dessa antiga moeda de privacidade?
US$ 370 é o suporte crucial. Se for rompido, o próximo alvo é direto para US$ 350. Para os investidores que ainda não entraram, entrar agora é como pegar uma lâmina em queda. Quem já está posicionado deve imediatamente definir stops. A menos que seu capital e sua tolerância ao risco possam rivalizar com os grandes whales, a estratégia mais inteligente é esperar e observar, aguardando sinais mais claros do mercado.
A ZEC está à beira de um precipício. Cada passo daqui em diante pode decidir a vida ou a morte do projeto.
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Recentemente, a ZEC tem sido protagonista de um grande espetáculo no mercado. Antigamente considerada a rainha das moedas de privacidade, hoje ela recua passo a passo sob os golpes da realidade.
A faísca que iniciou a crise foi simples — a equipe de desenvolvimento central se dividiu, fundando uma nova empresa, a CashZ, sob o pretexto oficial de "atualização de governança". Essa justificativa soa familiar, sempre tão elegante, mas na prática não passa de um desfecho inevitável: esse grupo já não pretende continuar com o projeto.
O mercado de capitais reagiu rapidamente. Em uma grande exchange, um whale fez uma aposta de US$ 12,35 milhões com alavancagem de 10x, comprando ZEC. E o resultado? De US$ 481 caiu direto para US$ 386. Isso não é investimento, é um teste de mercado puro — dinheiro não consegue impedir a corrente de fluxo.
Do ponto de vista técnico, a situação é ainda mais perigosa. A atividade de desenvolvimento caiu para o menor nível desde novembro de 2021, e o projeto está praticamente parado. Embora o RSI tenha se recuperado de uma zona de sobrevenda para 48,37, nesse momento, essa recuperação é apenas um respiro técnico, sem força para sustentar uma reversão.
O dinheiro está votando com os pés. As últimas duas ondas de saída líquida atingiram, respectivamente, US$ 19,8 milhões e US$ 9,1 milhões em USDT, deixando a atitude do mercado bastante clara. Quando todos os olhares estão voltados para o ecossistema do BTC, quem ainda se lembra dessa antiga moeda de privacidade?
US$ 370 é o suporte crucial. Se for rompido, o próximo alvo é direto para US$ 350. Para os investidores que ainda não entraram, entrar agora é como pegar uma lâmina em queda. Quem já está posicionado deve imediatamente definir stops. A menos que seu capital e sua tolerância ao risco possam rivalizar com os grandes whales, a estratégia mais inteligente é esperar e observar, aguardando sinais mais claros do mercado.
A ZEC está à beira de um precipício. Cada passo daqui em diante pode decidir a vida ou a morte do projeto.