Há algumas coisas que merecem atenção no setor de criptomoedas: o volume de visualizações de conteúdo de criptomoedas no YouTube caiu para o nível mais baixo desde janeiro de 2021; as autoridades sul-coreanas anunciaram a revogação da proibição de investimentos corporativos em criptomoedas que durou nove anos, permitindo que instituições invistam fundos líquidos nas 20 principais criptomoedas, com limite de 5% do capital por investimento; a16z publicou o relatório de perspectivas de IA para 2026, prevendo que agentes de IA poderão desempenhar um papel maior em transações financeiras, pesquisa de mercado e outros setores.
Mais notável são as oscilações acentuadas nos mercados de metais preciosos e energia. Recentemente, os EUA reforçaram sua presença militar no Irã, enquanto o governo Trump avalia várias ações, incluindo sanções militares e econômicas; ao mesmo tempo, os EUA também pressionam Cuba, buscando cortar seus canais de energia e financiamento. Essa tensão geopolítica se reflete diretamente no mercado de commodities — a prata spot subiu 4% em um único dia, atingindo US$ 83,14 por onça, o ouro spot ultrapassou US$ 4580 por onça, atingindo uma nova máxima histórica, e os contratos futuros de ouro internacional chegaram a US$ 4600 por onça pela primeira vez; no petróleo, o Brent subiu para US$ 64 por barril, enquanto o WTI se aproxima de US$ 60 por barril.
Essas variáveis enviaram sinais complexos ao mercado de Bitcoin. Por um lado, em um cenário de forte venda de ativos de risco, a alta do ouro, tradicional refúgio seguro, atrai alguns investidores, que podem também redirecionar fundos para o Bitcoin, considerado uma ferramenta de proteção digital, criando um impulso de curto prazo para uma recuperação. Por outro lado, a forte volatilidade do dólar e do preço do petróleo pode impactar ainda mais a avaliação relativa do Bitcoin e a disposição ao risco dos participantes do mercado, podendo formar uma dinâmica de forças em conflito nas próximas tendências.
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【Visão Geral do Mercado | 12 de Janeiro】
Há algumas coisas que merecem atenção no setor de criptomoedas: o volume de visualizações de conteúdo de criptomoedas no YouTube caiu para o nível mais baixo desde janeiro de 2021; as autoridades sul-coreanas anunciaram a revogação da proibição de investimentos corporativos em criptomoedas que durou nove anos, permitindo que instituições invistam fundos líquidos nas 20 principais criptomoedas, com limite de 5% do capital por investimento; a16z publicou o relatório de perspectivas de IA para 2026, prevendo que agentes de IA poderão desempenhar um papel maior em transações financeiras, pesquisa de mercado e outros setores.
Mais notável são as oscilações acentuadas nos mercados de metais preciosos e energia. Recentemente, os EUA reforçaram sua presença militar no Irã, enquanto o governo Trump avalia várias ações, incluindo sanções militares e econômicas; ao mesmo tempo, os EUA também pressionam Cuba, buscando cortar seus canais de energia e financiamento. Essa tensão geopolítica se reflete diretamente no mercado de commodities — a prata spot subiu 4% em um único dia, atingindo US$ 83,14 por onça, o ouro spot ultrapassou US$ 4580 por onça, atingindo uma nova máxima histórica, e os contratos futuros de ouro internacional chegaram a US$ 4600 por onça pela primeira vez; no petróleo, o Brent subiu para US$ 64 por barril, enquanto o WTI se aproxima de US$ 60 por barril.
Essas variáveis enviaram sinais complexos ao mercado de Bitcoin. Por um lado, em um cenário de forte venda de ativos de risco, a alta do ouro, tradicional refúgio seguro, atrai alguns investidores, que podem também redirecionar fundos para o Bitcoin, considerado uma ferramenta de proteção digital, criando um impulso de curto prazo para uma recuperação. Por outro lado, a forte volatilidade do dólar e do preço do petróleo pode impactar ainda mais a avaliação relativa do Bitcoin e a disposição ao risco dos participantes do mercado, podendo formar uma dinâmica de forças em conflito nas próximas tendências.