## FCA definiu ativos digitais como prioridade de desenvolvimento: stablecoins e IA em destaque nas reformas de 2026
O regulador financeiro britânico prepara uma transformação em larga escala do setor digital, considerando a stablecoin como elemento-chave para o desenvolvimento dos sistemas de pagamento. Para 2026, a FCA planeja iniciativas abrangentes que envolvem não apenas pagamentos seguros através de moedas digitais, mas também a implementação de inteligência artificial e a tokenização de ativos.
### Expansão da sandbox regulatória para inovadores
A sandbox regulatória da FCA abre-se para empresas que desejam desenvolver e lançar soluções de stablecoin. Este passo corresponde a um programa ambicioso voltado a acelerar a aprovação de produtos e a digitalização dos serviços financeiros. O chefe da FCA, Nikhil Rathi, destacou que o órgão adotará uma abordagem mais flexível na gestão de riscos, sem comprometer a proteção do consumidor e a estabilidade do mercado.
Em carta ao Primeiro-Ministro, Rathi prometeu finalizar a estrutura regulatória para ativos digitais e criar condições para o lançamento de stablecoins britânicas em libras esterlinas até 2026. Isso terá um impacto transversal em todo o segmento de finanças digitais, uma vez que as stablecoins podem atuar como uma ponte entre o sistema bancário tradicional e o mercado de criptomoedas.
### IA e tokenização como motores de transformação
A FCA dedica atenção especial à implementação de tecnologias de inteligência artificial. O regulador apoia ativamente 31 projetos de uso de IA por empresas do setor financeiro, voltados à otimização de operações e gestão de riscos.
Paralelamente, o setor de gestão de ativos ganhará o direito de tokenizar fundos, abrindo novas possibilidades para a transformação digital na gestão de carteiras. Essa decisão promoverá o desenvolvimento de infraestrutura para negociação de ativos digitais e aumentará a competitividade do mercado britânico no cenário global.
### Reforma abrangente na regulação financeira
Além dos ativos digitais, a FCA implementa uma série de mudanças no setor financeiro tradicional. Haverá atualização das regras para capital de risco e fundos alternativos, consultas sobre a limitação de comissões na gestão de pensões, além de mecanismos para pagamentos variáveis periódicos.
Além disso, o regulador planeja desenvolver uma estratégia para a implementação de finanças abertas, com foco no financiamento de pequenas e médias empresas, e acelerar o processamento de pedidos de startups e os procedimentos de oferta pública inicial.
### Reorientação para liderança global
As etapas anteriores da FCA relacionadas às stablecoins datam de maio, quando o regulador solicitou uma consulta pública sobre requisitos regulatórios para empresas que desejam oferecer serviços nesse setor. O Banco da Inglaterra, banco central do Reino Unido, já manifestou total apoio a essas iniciativas.
Diante da competição global por liderança em finanças digitais, o Reino Unido se posiciona como uma jurisdição progressista, onde projetos inovadores encontram condições favoráveis de desenvolvimento. É evidente que 2026 será um ano decisivo para o mercado de criptomoedas e ativos digitais britânico.
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## FCA definiu ativos digitais como prioridade de desenvolvimento: stablecoins e IA em destaque nas reformas de 2026
O regulador financeiro britânico prepara uma transformação em larga escala do setor digital, considerando a stablecoin como elemento-chave para o desenvolvimento dos sistemas de pagamento. Para 2026, a FCA planeja iniciativas abrangentes que envolvem não apenas pagamentos seguros através de moedas digitais, mas também a implementação de inteligência artificial e a tokenização de ativos.
### Expansão da sandbox regulatória para inovadores
A sandbox regulatória da FCA abre-se para empresas que desejam desenvolver e lançar soluções de stablecoin. Este passo corresponde a um programa ambicioso voltado a acelerar a aprovação de produtos e a digitalização dos serviços financeiros. O chefe da FCA, Nikhil Rathi, destacou que o órgão adotará uma abordagem mais flexível na gestão de riscos, sem comprometer a proteção do consumidor e a estabilidade do mercado.
Em carta ao Primeiro-Ministro, Rathi prometeu finalizar a estrutura regulatória para ativos digitais e criar condições para o lançamento de stablecoins britânicas em libras esterlinas até 2026. Isso terá um impacto transversal em todo o segmento de finanças digitais, uma vez que as stablecoins podem atuar como uma ponte entre o sistema bancário tradicional e o mercado de criptomoedas.
### IA e tokenização como motores de transformação
A FCA dedica atenção especial à implementação de tecnologias de inteligência artificial. O regulador apoia ativamente 31 projetos de uso de IA por empresas do setor financeiro, voltados à otimização de operações e gestão de riscos.
Paralelamente, o setor de gestão de ativos ganhará o direito de tokenizar fundos, abrindo novas possibilidades para a transformação digital na gestão de carteiras. Essa decisão promoverá o desenvolvimento de infraestrutura para negociação de ativos digitais e aumentará a competitividade do mercado britânico no cenário global.
### Reforma abrangente na regulação financeira
Além dos ativos digitais, a FCA implementa uma série de mudanças no setor financeiro tradicional. Haverá atualização das regras para capital de risco e fundos alternativos, consultas sobre a limitação de comissões na gestão de pensões, além de mecanismos para pagamentos variáveis periódicos.
Além disso, o regulador planeja desenvolver uma estratégia para a implementação de finanças abertas, com foco no financiamento de pequenas e médias empresas, e acelerar o processamento de pedidos de startups e os procedimentos de oferta pública inicial.
### Reorientação para liderança global
As etapas anteriores da FCA relacionadas às stablecoins datam de maio, quando o regulador solicitou uma consulta pública sobre requisitos regulatórios para empresas que desejam oferecer serviços nesse setor. O Banco da Inglaterra, banco central do Reino Unido, já manifestou total apoio a essas iniciativas.
Diante da competição global por liderança em finanças digitais, o Reino Unido se posiciona como uma jurisdição progressista, onde projetos inovadores encontram condições favoráveis de desenvolvimento. É evidente que 2026 será um ano decisivo para o mercado de criptomoedas e ativos digitais britânico.