#Trust Wallet黑客事件 O Natal deveria ser um momento de alegria, mas foi manchado pelo incidente de hacking na Trust Wallet. Mais de 6 milhões de dólares foram roubados, esse número é doloroso, mas o que realmente nos faz refletir são as lições por trás de todo o evento.
Ao analisar cuidadosamente o processo de ataque, os hackers começaram a se preparar já em 8 de dezembro e só implantaram a porta dos fundos em 22, isso não foi obra de scripts aleatórios, mas de um ataque APT profissional. Eles alteraram diretamente o código-fonte da Trust Wallet, usando a biblioteca legítima PostHog como disfarce para enviar secretamente as frases de recuperação e chaves privadas dos usuários através de domínios falsificados. O que isso indica? Que mesmo projetos renomados podem ter suas permissões de desenvolvimento ou processos de implantação comprometidos.
Na verdade, essa é uma dor inevitável no desenvolvimento da segurança Web3. Sempre falamos dos benefícios da descentralização — não depender de uma única entidade, os usuários controlarem seus próprios ativos — mas a realidade é que muitas pessoas ainda usam ferramentas centralizadas por conveniência. Quando a ferramenta em si é comprometida, mesmo a descentralização não consegue te salvar.
As principais recomendações são: primeiro, se você usou a extensão Trust Wallet, desconecte imediatamente da internet, verifique e exporte sua chave privada, depois desinstale; segundo, migre seus ativos para outra carteira segura; terceiro, esse incidente nos lembra que o verdadeiro controle não depende apenas de escolhas tecnológicas, mas também de uma consciência de segurança.
A longo prazo, isso demonstra que o Web3 está se tornando mais maduro — através de lições aprendidas, aprendemos a nos proteger melhor. Optar por soluções de código aberto e auditáveis, aprender a guardar seus próprios ativos, entender os riscos e trade-offs de diferentes ferramentas — essas são habilidades essenciais para os usuários de Web3. Segurança não é apenas responsabilidade dos projetos, mas de todos os participantes.
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#Trust Wallet黑客事件 O Natal deveria ser um momento de alegria, mas foi manchado pelo incidente de hacking na Trust Wallet. Mais de 6 milhões de dólares foram roubados, esse número é doloroso, mas o que realmente nos faz refletir são as lições por trás de todo o evento.
Ao analisar cuidadosamente o processo de ataque, os hackers começaram a se preparar já em 8 de dezembro e só implantaram a porta dos fundos em 22, isso não foi obra de scripts aleatórios, mas de um ataque APT profissional. Eles alteraram diretamente o código-fonte da Trust Wallet, usando a biblioteca legítima PostHog como disfarce para enviar secretamente as frases de recuperação e chaves privadas dos usuários através de domínios falsificados. O que isso indica? Que mesmo projetos renomados podem ter suas permissões de desenvolvimento ou processos de implantação comprometidos.
Na verdade, essa é uma dor inevitável no desenvolvimento da segurança Web3. Sempre falamos dos benefícios da descentralização — não depender de uma única entidade, os usuários controlarem seus próprios ativos — mas a realidade é que muitas pessoas ainda usam ferramentas centralizadas por conveniência. Quando a ferramenta em si é comprometida, mesmo a descentralização não consegue te salvar.
As principais recomendações são: primeiro, se você usou a extensão Trust Wallet, desconecte imediatamente da internet, verifique e exporte sua chave privada, depois desinstale; segundo, migre seus ativos para outra carteira segura; terceiro, esse incidente nos lembra que o verdadeiro controle não depende apenas de escolhas tecnológicas, mas também de uma consciência de segurança.
A longo prazo, isso demonstra que o Web3 está se tornando mais maduro — através de lições aprendidas, aprendemos a nos proteger melhor. Optar por soluções de código aberto e auditáveis, aprender a guardar seus próprios ativos, entender os riscos e trade-offs de diferentes ferramentas — essas são habilidades essenciais para os usuários de Web3. Segurança não é apenas responsabilidade dos projetos, mas de todos os participantes.