O mundo das criptomoedas está sempre a encenar roteiros mágicos. Recentemente, o caso PEPE virou notícia — alguém comprou por 27 dólares, com um lucro de 67 milhões de dólares no papel, parecia perfeito, até que de repente descobriu que a carteira tinha sido completamente congelada. Não podia fazer transferências, não podia liquidar, a chave privada na mão era tão útil quanto um papel inútil. A sensação de cair do céu ao abismo, direto da nuvem, realmente deixa as pessoas atordoadas.
Tenho andado no mundo das criptomoedas há alguns anos e preciso dizer a verdade: isto não é um caso isolado. Quem tenta seguir as tendências de altcoins arrisca-se a cair nesta armadilha. A questão principal é que a maioria das pessoas entende de forma demasiado superficial a relação entre a chave privada e os ativos.
Muita gente diz: "Tenho a chave privada e tenho tudo", parece correto, mas perante tokens com contratos inteligentes, essa teoria simplesmente não se sustenta. Porquê? Porque o verdadeiro controle sobre os seus ativos não é decidido pela sua chave privada, mas sim pelo código do contrato. No caso do PEPE, os desenvolvedores incorporaram um mecanismo de lista negra no contrato — uma vez que o seu endereço seja adicionado à lista negra, por mais que assine com a sua chave privada, nada funciona, todas as transações são rejeitadas pelo código do contrato. É como comprar uma casa com chave, mas descobrir que o construtor instalou um disjuntor geral, e eles podem impedir a sua entrada a qualquer momento.
Para evitar esses grandes riscos, é preciso entender três questões-chave. Primeiro, por que a chave privada aqui é praticamente inútil? No fundo, é um problema de lógica do contrato. As regras de transação, restrições de transferência, mecanismos de congelamento — tudo isso é controlado pelo código do contrato, e a sua chave privada só funciona dentro dessas regras. Segundo, quais tokens têm maior probabilidade de esconder armadilhas assim? Geralmente, aqueles com baixa liquidez, desenvolvedores com privilégios excessivos, ou contratos que não passaram por auditoria. Por último, como identificar riscos com antecedência? Verifique se o código do contrato tem funções de privilégios administrativos ou mecanismos de lista negra, não se deixe levar pelo efeito de riqueza rápida.
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27 yuan transformaram-se em 67 milhões e foram novamente congelados, que desespero... A indústria das criptomoedas é mesmo uma versão melhorada do casino
O mundo das criptomoedas está sempre a encenar roteiros mágicos. Recentemente, o caso PEPE virou notícia — alguém comprou por 27 dólares, com um lucro de 67 milhões de dólares no papel, parecia perfeito, até que de repente descobriu que a carteira tinha sido completamente congelada. Não podia fazer transferências, não podia liquidar, a chave privada na mão era tão útil quanto um papel inútil. A sensação de cair do céu ao abismo, direto da nuvem, realmente deixa as pessoas atordoadas.
Tenho andado no mundo das criptomoedas há alguns anos e preciso dizer a verdade: isto não é um caso isolado. Quem tenta seguir as tendências de altcoins arrisca-se a cair nesta armadilha. A questão principal é que a maioria das pessoas entende de forma demasiado superficial a relação entre a chave privada e os ativos.
Muita gente diz: "Tenho a chave privada e tenho tudo", parece correto, mas perante tokens com contratos inteligentes, essa teoria simplesmente não se sustenta. Porquê? Porque o verdadeiro controle sobre os seus ativos não é decidido pela sua chave privada, mas sim pelo código do contrato. No caso do PEPE, os desenvolvedores incorporaram um mecanismo de lista negra no contrato — uma vez que o seu endereço seja adicionado à lista negra, por mais que assine com a sua chave privada, nada funciona, todas as transações são rejeitadas pelo código do contrato. É como comprar uma casa com chave, mas descobrir que o construtor instalou um disjuntor geral, e eles podem impedir a sua entrada a qualquer momento.
Para evitar esses grandes riscos, é preciso entender três questões-chave. Primeiro, por que a chave privada aqui é praticamente inútil? No fundo, é um problema de lógica do contrato. As regras de transação, restrições de transferência, mecanismos de congelamento — tudo isso é controlado pelo código do contrato, e a sua chave privada só funciona dentro dessas regras. Segundo, quais tokens têm maior probabilidade de esconder armadilhas assim? Geralmente, aqueles com baixa liquidez, desenvolvedores com privilégios excessivos, ou contratos que não passaram por auditoria. Por último, como identificar riscos com antecedência? Verifique se o código do contrato tem funções de privilégios administrativos ou mecanismos de lista negra, não se deixe levar pelo efeito de riqueza rápida.