As últimas medidas tarifárias de Trump direcionadas a países envolvidos no comércio de petróleo iraniano estão a criar ondas nos mercados globais. A medida representa uma ameaça real ao cessar-fogo comercial cuidadosamente mantido entre Washington e Pequim — um acordo que tem resistido firme ao longo do último ano. A posição da China como maior comprador mundial de crude iraniano torna-a particularmente vulnerável a estas novas restrições comerciais. Os observadores do mercado estão a monitorizar de perto como Pequim poderá responder, especialmente considerando o delicado equilíbrio do acordo comercial existente. A interseção entre política energética e tensões comerciais pode gerar uma nova volatilidade em várias classes de ativos, à medida que os investidores reavaliam os prémios de risco geopolítico.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
5 gostos
Recompensa
5
6
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
HypotheticalLiquidator
· 01-13 21:47
O acordo comercial entre China e EUA acaba por ser uma cortina de fumaça, o preço de liquidação precisa ser recalculado.
---
A agulha do petróleo iraniano, uma vez inserida, desencadeia riscos sistémicos, a taxa de empréstimo já devia ser revista.
---
Com a volatilidade a subir, quão perto estamos de uma liquidação por alavancagem? O efeito dominó pode realmente acontecer desta vez.
---
Os limites de gestão de risco estão cada vez mais apertados, as cartas de Pequim estão quase esgotadas... É preciso estar atento ao efeito em cadeia.
---
A política energética está a tumultuar o mercado, até a liquidação precisa ser antecipada, o sentimento do mercado está à beira de colapsar.
As últimas medidas tarifárias de Trump direcionadas a países envolvidos no comércio de petróleo iraniano estão a criar ondas nos mercados globais. A medida representa uma ameaça real ao cessar-fogo comercial cuidadosamente mantido entre Washington e Pequim — um acordo que tem resistido firme ao longo do último ano. A posição da China como maior comprador mundial de crude iraniano torna-a particularmente vulnerável a estas novas restrições comerciais. Os observadores do mercado estão a monitorizar de perto como Pequim poderá responder, especialmente considerando o delicado equilíbrio do acordo comercial existente. A interseção entre política energética e tensões comerciais pode gerar uma nova volatilidade em várias classes de ativos, à medida que os investidores reavaliam os prémios de risco geopolítico.