#Trust Wallet黑客事件 Ao ver esta onda de eventos na Trust Wallet, senti uma inexplicável sensação de medo. Mais de 6 milhões de dólares simplesmente desapareceram, e a versão oficial tornou-se uma porta dos fundos para hackers. O que isso indica? Que mesmo as carteiras mais renomadas não são absolutamente seguras.
Os atacantes começaram a montar a armadilha já em 8 de dezembro, só começando a transferir fundos na véspera de Natal. Essa paciência me faz lembrar daqueles esquemas meticulosos de manipulação de vítimas — primeiro ganham a confiança, depois cortam de uma só vez. O mais doloroso é que o dispositivo do desenvolvedor ou o repositório de código podem já estar sob controle, o que significa que a raiz do problema não está na parte dos usuários comuns.
Após passar por várias situações de risco, cheguei às seguintes lições: primeiro, mesmo projetos renomados devem diversificar riscos, não colocar todas as fichas em uma única cesta; segundo, a probabilidade de problemas na versão oficial é baixa, mas quando ocorre, é uma falha total; terceiro, os ativos mais importantes, é melhor passar por várias etapas de verificação do que buscar conveniência.
O aspecto mais preocupante deste evento é que ele nos lembra de uma dura realidade — neste ecossistema, não há porto seguro absoluto. Em vez de se preocupar todos os dias com qual carteira pode ser comprometida, é melhor mudar de estratégia agora: revisar periodicamente a alocação de ativos, diversificar em várias cadeias e contas, e só atualizar o software após confirmação oficial. Viver mais tempo é muito mais importante do que ganhar dinheiro rápido.
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#Trust Wallet黑客事件 Ao ver esta onda de eventos na Trust Wallet, senti uma inexplicável sensação de medo. Mais de 6 milhões de dólares simplesmente desapareceram, e a versão oficial tornou-se uma porta dos fundos para hackers. O que isso indica? Que mesmo as carteiras mais renomadas não são absolutamente seguras.
Os atacantes começaram a montar a armadilha já em 8 de dezembro, só começando a transferir fundos na véspera de Natal. Essa paciência me faz lembrar daqueles esquemas meticulosos de manipulação de vítimas — primeiro ganham a confiança, depois cortam de uma só vez. O mais doloroso é que o dispositivo do desenvolvedor ou o repositório de código podem já estar sob controle, o que significa que a raiz do problema não está na parte dos usuários comuns.
Após passar por várias situações de risco, cheguei às seguintes lições: primeiro, mesmo projetos renomados devem diversificar riscos, não colocar todas as fichas em uma única cesta; segundo, a probabilidade de problemas na versão oficial é baixa, mas quando ocorre, é uma falha total; terceiro, os ativos mais importantes, é melhor passar por várias etapas de verificação do que buscar conveniência.
O aspecto mais preocupante deste evento é que ele nos lembra de uma dura realidade — neste ecossistema, não há porto seguro absoluto. Em vez de se preocupar todos os dias com qual carteira pode ser comprometida, é melhor mudar de estratégia agora: revisar periodicamente a alocação de ativos, diversificar em várias cadeias e contas, e só atualizar o software após confirmação oficial. Viver mais tempo é muito mais importante do que ganhar dinheiro rápido.