$FLOW No final do ano, o mundo das criptomoedas realmente foi palco de uma série de eventos quentes. Primeiro, a manipulação obscura por parte dos projetos foi revelada, e logo depois, a FLOW criou mais um grande tumulto, sendo considerada uma verdadeira peça clássica de transferência de responsabilidade.
A situação foi a seguinte: a FLOW foi explorada por hackers que, usando uma vulnerabilidade técnica, emitiram secretamente uma grande quantidade de tokens, dos quais 8 bilhões já entraram em várias exchanges e foram negociados repetidamente por investidores de varejo. A única maneira de restaurar o volume total de tokens ao nível normal é que a equipe do projeto compre de volta e destrua esses tokens extras. No entanto, esse é exatamente o núcleo do problema — quem deve pagar essa conta?
As partes começaram a se culpar mutuamente: a equipe da FLOW acusou a plataforma, alegando que a falta de controle de risco permitiu que os tokens hackers entrassem no mercado, e afirmaram “de fato, não temos fundos para recomprar”; por outro lado, as exchanges também não ficaram atrás, respondendo diretamente que “isso é resultado de suas vulnerabilidades técnicas, vocês mesmos estragaram a situação e devem resolver”, chegando até a emitir um ultimato — se até o dia 14 o problema da recompra e destruição não for resolvido, a FLOW será removida.
O mais surpreendente é que, diante dessas pressões, a equipe da FLOW optou por ficar em silêncio, ignorando completamente a situação, como se tivesse desaparecido. Isso gerou uma nova questão: como as duas partes não querem resolver proativamente, no final, quem vai acabar assumindo essa bagunça? A desvalorização dos tokens, o risco de liquidez, os tokens presos… essa é a verdadeira imagem do mercado de criptomoedas. Desde vulnerabilidades técnicas até a perda de confiança na governança, toda a cadeia apresenta problemas.
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$FLOW No final do ano, o mundo das criptomoedas realmente foi palco de uma série de eventos quentes. Primeiro, a manipulação obscura por parte dos projetos foi revelada, e logo depois, a FLOW criou mais um grande tumulto, sendo considerada uma verdadeira peça clássica de transferência de responsabilidade.
A situação foi a seguinte: a FLOW foi explorada por hackers que, usando uma vulnerabilidade técnica, emitiram secretamente uma grande quantidade de tokens, dos quais 8 bilhões já entraram em várias exchanges e foram negociados repetidamente por investidores de varejo. A única maneira de restaurar o volume total de tokens ao nível normal é que a equipe do projeto compre de volta e destrua esses tokens extras. No entanto, esse é exatamente o núcleo do problema — quem deve pagar essa conta?
As partes começaram a se culpar mutuamente: a equipe da FLOW acusou a plataforma, alegando que a falta de controle de risco permitiu que os tokens hackers entrassem no mercado, e afirmaram “de fato, não temos fundos para recomprar”; por outro lado, as exchanges também não ficaram atrás, respondendo diretamente que “isso é resultado de suas vulnerabilidades técnicas, vocês mesmos estragaram a situação e devem resolver”, chegando até a emitir um ultimato — se até o dia 14 o problema da recompra e destruição não for resolvido, a FLOW será removida.
O mais surpreendente é que, diante dessas pressões, a equipe da FLOW optou por ficar em silêncio, ignorando completamente a situação, como se tivesse desaparecido. Isso gerou uma nova questão: como as duas partes não querem resolver proativamente, no final, quem vai acabar assumindo essa bagunça? A desvalorização dos tokens, o risco de liquidez, os tokens presos… essa é a verdadeira imagem do mercado de criptomoedas. Desde vulnerabilidades técnicas até a perda de confiança na governança, toda a cadeia apresenta problemas.