A visão do Bitcoin continua a atrair a atenção dos maiores atores do setor financeiro. Durante uma intervenção recente na CoinDesk Spotlight em novembro de 2025, Mike Novogratz, figura de destaque da Galaxy Digital, reafirmou por que o ativo digital representa muito mais do que uma simples moeda. Segundo ele, é precisamente a ausência de uma estrutura centralizada com um CEO que constitui a principal vantagem do Bitcoin face à concorrência.
Esta perspetiva encontra um eco particular junto dos investidores institucionais de alto nível. Larry Fink, à frente da BlackRock, é um exemplo eloquente, ilustrando como a narrativa em torno da desintermediação transformou o Bitcoin num ativo de interesse estratégico para as grandes fortunas mundiais.
Para além do seu papel histórico, o Bitcoin evolui constantemente. Novas aplicações surgem regularmente, nomeadamente nos domínios dos pagamentos e dos Ordinals, que diversificam os seus casos de uso. No entanto, Mike Novogratz mantém que a narrativa fundamental permanece inalterada: o Bitcoin continua, acima de tudo, a ser uma reserva de valor para a geração moderna, comparável ao que o ouro representa para as gerações anteriores. É essa clareza conceptual que, por fim, permitiu ao Bitcoin atravessar as portas dos maiores centros financeiros mundiais e afirmar-se como um ativo legítimo nas carteiras institucionais.
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A descentralização do Bitcoin: chave de sedução para os gigantes das finanças
A visão do Bitcoin continua a atrair a atenção dos maiores atores do setor financeiro. Durante uma intervenção recente na CoinDesk Spotlight em novembro de 2025, Mike Novogratz, figura de destaque da Galaxy Digital, reafirmou por que o ativo digital representa muito mais do que uma simples moeda. Segundo ele, é precisamente a ausência de uma estrutura centralizada com um CEO que constitui a principal vantagem do Bitcoin face à concorrência.
Esta perspetiva encontra um eco particular junto dos investidores institucionais de alto nível. Larry Fink, à frente da BlackRock, é um exemplo eloquente, ilustrando como a narrativa em torno da desintermediação transformou o Bitcoin num ativo de interesse estratégico para as grandes fortunas mundiais.
Para além do seu papel histórico, o Bitcoin evolui constantemente. Novas aplicações surgem regularmente, nomeadamente nos domínios dos pagamentos e dos Ordinals, que diversificam os seus casos de uso. No entanto, Mike Novogratz mantém que a narrativa fundamental permanece inalterada: o Bitcoin continua, acima de tudo, a ser uma reserva de valor para a geração moderna, comparável ao que o ouro representa para as gerações anteriores. É essa clareza conceptual que, por fim, permitiu ao Bitcoin atravessar as portas dos maiores centros financeiros mundiais e afirmar-se como um ativo legítimo nas carteiras institucionais.