O 11 de dezembro aproxima-se rapidamente, e o destino judicial de Do Kwon será selado nesta audiência decisiva perante o juiz federal Paul Engelmayer. Os procuradores americanos exigem uma pena de 12 anos de prisão, uma duração que a equipa legal de Kwon considera manifestamente desproporcional aos factos alegados.
A estratégia de defesa: três anos de prisão preventiva e milhões confiscados
Os advogados de Do Kwon apresentaram um argumento visando obter um alívio significativo, propondo uma pena de apenas 5 anos. O seu apelo baseia-se em vários elementos: quase três anos já passados em detenção preventiva representam uma sanção substancial, ainda mais considerando que parte deste período decorreu no Montenegro em condições carcerárias extremamente difíceis. Além disso, a aceitação por parte de Kwon da confiscação de mais de 19 milhões de dólares em ativos demonstra uma cooperação parcial com a justiça americana.
Um processo complexo a nível internacional
A situação de Do Kwon insere-se num contexto judicial muito mais amplo. Na Coreia do Sul, as autoridades também processam o fundador da Terraform Labs com uma exigência muito mais severa: uma pena de 40 anos de prisão. Esta acumulação de processos judiciais evidencia a dimensão da crise da Terraform e as suas repercussões globais sobre as vítimas do colapso do ecossistema Luna-UST.
O veredicto de 11 de dezembro marcará um momento decisivo, mas o percurso judicial completo de Do Kwon ainda permanece incerto, especialmente com os procedimentos que continuam no Sudeste Asiático.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
A pena de Do Kwon em suspenso: a defesa contesta os 12 anos pedidos pelas autoridades federais
O 11 de dezembro aproxima-se rapidamente, e o destino judicial de Do Kwon será selado nesta audiência decisiva perante o juiz federal Paul Engelmayer. Os procuradores americanos exigem uma pena de 12 anos de prisão, uma duração que a equipa legal de Kwon considera manifestamente desproporcional aos factos alegados.
A estratégia de defesa: três anos de prisão preventiva e milhões confiscados
Os advogados de Do Kwon apresentaram um argumento visando obter um alívio significativo, propondo uma pena de apenas 5 anos. O seu apelo baseia-se em vários elementos: quase três anos já passados em detenção preventiva representam uma sanção substancial, ainda mais considerando que parte deste período decorreu no Montenegro em condições carcerárias extremamente difíceis. Além disso, a aceitação por parte de Kwon da confiscação de mais de 19 milhões de dólares em ativos demonstra uma cooperação parcial com a justiça americana.
Um processo complexo a nível internacional
A situação de Do Kwon insere-se num contexto judicial muito mais amplo. Na Coreia do Sul, as autoridades também processam o fundador da Terraform Labs com uma exigência muito mais severa: uma pena de 40 anos de prisão. Esta acumulação de processos judiciais evidencia a dimensão da crise da Terraform e as suas repercussões globais sobre as vítimas do colapso do ecossistema Luna-UST.
O veredicto de 11 de dezembro marcará um momento decisivo, mas o percurso judicial completo de Do Kwon ainda permanece incerto, especialmente com os procedimentos que continuam no Sudeste Asiático.