O Banco Central da Tailândia integrou oficialmente o USDT no quadro de monitorização de fluxos de fundos, como uma medida importante no combate ao fluxo de fundos cinzentos. De acordo com as últimas notícias, o banco descobriu que cerca de 40% dos vendedores de USDT em plataformas locais são traders estrangeiros, sendo que tais atividades são consideradas “não devendo ocorrer na Tailândia”. Esta ação regulatória marca uma atualização na postura de supervisão de stablecoins na região do Sudeste Asiático.
Conteúdo específico das medidas regulatórias
O Banco Central da Tailândia incluirá o USDT juntamente com transações de dinheiro, ouro e fluxos de fundos de carteiras eletrónicas numa fiscalização mais rigorosa. O governador do banco destacou que, embora o mercado de criptomoedas doméstico seja relativamente pequeno, há potencial de uso para fluxos ilegais ou cinzentos de fundos, o que a longo prazo pode afetar a estabilidade macroeconómica.
Esta ação segue a orientação emitida pelo governo da Tailândia em 9 de janeiro, que exige regras mais estritas de declaração e identificação de carteiras para transações de ativos digitais e ouro. A supervisão relacionada é conduzida em conjunto por várias entidades, incluindo o banco central e a autoridade fiscal, formando uma força regulatória interdepartamental.
Por que o USDT?
O USDT, como a maior stablecoin do mundo, possui um valor de mercado de 18,679 bilhões de dólares, representando 5,94% do mercado de criptomoedas. Dados indicam que o volume de negociação de 24 horas do USDT atinge 8,519 bilhões de dólares, demonstrando alta liquidez. Por ser de grande escala e altamente líquido, o USDT tornou-se uma ferramenta ideal para transferências de fundos transfronteiriços, que é precisamente a questão central que o banco da Tailândia está atento.
Com 40% dos vendedores de USDT em plataformas locais sendo traders estrangeiros, fica claro que o USDT está sendo utilizado para transferências de fundos internacionais. As preocupações do banco não são infundadas — as características de mobilidade transnacional do stablecoin podem, se mal reguladas, transformar-se em uma “passagem” para fundos cinzentos.
Duplo significado da regulação
Impacto de curto prazo
Esta medida regulatória aumentará os custos e dificuldades de uso do USDT na Tailândia. Regras mais rigorosas de identificação de identidade significam uma redução na privacidade das transações dos usuários, o que pode suprimir a atividade de negociação de USDT no mercado local.
Sinal de longo prazo
A ação do banco central tailandês reflete uma preocupação global comum entre bancos centrais quanto aos stablecoins — evitar que eles se tornem uma “brecha” na supervisão de fluxos de fundos. Este sinal é claro: os bancos centrais de diversos países não permitirão que os stablecoins cresçam de forma “selvagem” em seus territórios.
Implicações para o mercado de stablecoins
Este movimento na Tailândia pode servir de exemplo. Outros países do Sudeste Asiático e bancos centrais globais podem seguir essa abordagem, implementando regulações mais rigorosas sobre stablecoins. Isso indica que o processo de transição de “selvagem” para “domesticado” dos stablecoins está acelerando.
Vale notar que essa regulação não significa a proibição do USDT, mas sim sua incorporação no quadro regulatório financeiro existente. Para o desenvolvimento de longo prazo do USDT, essa abordagem é neutra ou ligeiramente favorável — stablecoins em conformidade receberão maior reconhecimento institucional, enquanto usos não conformes serão restringidos.
Resumo
A iniciativa do Banco Central da Tailândia marca a transição da supervisão de stablecoins do estágio de “observação” para “ação”. Os dados de 40% de traders estrangeiros revelam a verdadeira situação dos fluxos de fundos transfronteiriços, e as preocupações do banco são fundamentadas. No futuro, o ambiente de uso de stablecoins se tornará mais transparente e regulado, o que pode ser benéfico para o setor a longo prazo, embora aumente os custos de conformidade para os usuários no curto prazo. Fica a atenção para se outros países seguirão essa prática, o que determinará a direção do desenvolvimento regulatório global das stablecoins.
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Banco Central da Tailândia investiga rigorosamente fundos cinzentos de USDT, comerciantes estrangeiros representam 40% dos vendedores
O Banco Central da Tailândia integrou oficialmente o USDT no quadro de monitorização de fluxos de fundos, como uma medida importante no combate ao fluxo de fundos cinzentos. De acordo com as últimas notícias, o banco descobriu que cerca de 40% dos vendedores de USDT em plataformas locais são traders estrangeiros, sendo que tais atividades são consideradas “não devendo ocorrer na Tailândia”. Esta ação regulatória marca uma atualização na postura de supervisão de stablecoins na região do Sudeste Asiático.
Conteúdo específico das medidas regulatórias
O Banco Central da Tailândia incluirá o USDT juntamente com transações de dinheiro, ouro e fluxos de fundos de carteiras eletrónicas numa fiscalização mais rigorosa. O governador do banco destacou que, embora o mercado de criptomoedas doméstico seja relativamente pequeno, há potencial de uso para fluxos ilegais ou cinzentos de fundos, o que a longo prazo pode afetar a estabilidade macroeconómica.
Esta ação segue a orientação emitida pelo governo da Tailândia em 9 de janeiro, que exige regras mais estritas de declaração e identificação de carteiras para transações de ativos digitais e ouro. A supervisão relacionada é conduzida em conjunto por várias entidades, incluindo o banco central e a autoridade fiscal, formando uma força regulatória interdepartamental.
Por que o USDT?
O USDT, como a maior stablecoin do mundo, possui um valor de mercado de 18,679 bilhões de dólares, representando 5,94% do mercado de criptomoedas. Dados indicam que o volume de negociação de 24 horas do USDT atinge 8,519 bilhões de dólares, demonstrando alta liquidez. Por ser de grande escala e altamente líquido, o USDT tornou-se uma ferramenta ideal para transferências de fundos transfronteiriços, que é precisamente a questão central que o banco da Tailândia está atento.
Com 40% dos vendedores de USDT em plataformas locais sendo traders estrangeiros, fica claro que o USDT está sendo utilizado para transferências de fundos internacionais. As preocupações do banco não são infundadas — as características de mobilidade transnacional do stablecoin podem, se mal reguladas, transformar-se em uma “passagem” para fundos cinzentos.
Duplo significado da regulação
Impacto de curto prazo
Esta medida regulatória aumentará os custos e dificuldades de uso do USDT na Tailândia. Regras mais rigorosas de identificação de identidade significam uma redução na privacidade das transações dos usuários, o que pode suprimir a atividade de negociação de USDT no mercado local.
Sinal de longo prazo
A ação do banco central tailandês reflete uma preocupação global comum entre bancos centrais quanto aos stablecoins — evitar que eles se tornem uma “brecha” na supervisão de fluxos de fundos. Este sinal é claro: os bancos centrais de diversos países não permitirão que os stablecoins cresçam de forma “selvagem” em seus territórios.
Implicações para o mercado de stablecoins
Este movimento na Tailândia pode servir de exemplo. Outros países do Sudeste Asiático e bancos centrais globais podem seguir essa abordagem, implementando regulações mais rigorosas sobre stablecoins. Isso indica que o processo de transição de “selvagem” para “domesticado” dos stablecoins está acelerando.
Vale notar que essa regulação não significa a proibição do USDT, mas sim sua incorporação no quadro regulatório financeiro existente. Para o desenvolvimento de longo prazo do USDT, essa abordagem é neutra ou ligeiramente favorável — stablecoins em conformidade receberão maior reconhecimento institucional, enquanto usos não conformes serão restringidos.
Resumo
A iniciativa do Banco Central da Tailândia marca a transição da supervisão de stablecoins do estágio de “observação” para “ação”. Os dados de 40% de traders estrangeiros revelam a verdadeira situação dos fluxos de fundos transfronteiriços, e as preocupações do banco são fundamentadas. No futuro, o ambiente de uso de stablecoins se tornará mais transparente e regulado, o que pode ser benéfico para o setor a longo prazo, embora aumente os custos de conformidade para os usuários no curto prazo. Fica a atenção para se outros países seguirão essa prática, o que determinará a direção do desenvolvimento regulatório global das stablecoins.