Para que o protocolo de disponibilidade de dados realmente exerça o seu poder, a chave está na padronização de cada componente.
Imagine que esse tipo de protocolo é composto por vários módulos, como mecanismos de consenso, codificação de dados, provas de armazenamento e interfaces de recuperação. Se essas partes funcionarem de forma isolada, os desenvolvedores não poderão combiná-las de forma flexível — esse tipo de ecossistema tende a se fragmentar. Por outro lado, se as interfaces forem suficientemente padronizadas, os desenvolvedores poderão montar combinações livres, como usar um determinado esquema de consenso junto com outra tecnologia de prova de armazenamento, o que representa uma verdadeira capacidade de composição.
Porém, há aqui um dilema de equilíbrio. Definir padrões muito cedo pode bloquear o espaço para inovação, dificultando a implementação de novas ideias que queiram romper com o quadro estabelecido. Por outro lado, estabelecer padrões muito tarde pode levar a uma situação de isolamento de cada um por si. Portanto, o papel das organizações do setor é fundamental: é preciso promover padrões abertos, permitindo que os módulos centrais de diferentes protocolos possam realmente interoperar.
A beleza do design modular está exatamente nisso — mantendo a estabilidade do núcleo, cada componente pode evoluir de forma independente. Assim, não se abala a base de todo o sistema, ao mesmo tempo em que se deixa espaço para a evolução tecnológica.
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TaxEvader
· 6h atrás
É por isso que agora tantos protocolos não se dão bem uns com os outros, cada um faz o seu.
Espera, estabelecer o padrão muito cedo pode ser um tiro no pé, isso realmente é um problema.
A ideia de modularidade parece boa, mas a questão é: quem define esse padrão? Os grandes peixes ou deixamos os pequenos desenvolvedores fazerem?
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OnChainSleuth
· 6h atrás
A questão da padronização, em última análise, é como encontrar um equilíbrio entre inovação e ordem... Ser demasiado rígido certamente não funciona, mas também não se pode ficar completamente disperso.
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TestnetFreeloader
· 6h atrás
Padronizar isto... parece fácil de dizer, mas na prática é realmente um obstáculo de ambos os lados
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Ser_APY_2000
· 6h atrás
Já tinha dito, a padronização é o caminho, senão cada um faz do seu jeito, será que funciona?
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UnluckyMiner
· 6h atrás
Ah, mais uma questão de padronização... Dizer que é bonito, mas na prática, quem manda ainda é quem tem mais influência
Acho que esse dilema não tem solução real, no final das contas, quem manda é sempre quem tem mais poder
A modularidade soa bem, mas ainda parece estar apenas sonhando
Se padronizar muito cedo, a inovação desaparece; se fizer muito tarde, continua tudo uma bagunça... O que as organizações do setor realmente podem impulsionar?
Espera aí, isso não é basicamente falar em estabelecer algum tipo de aliança ecológica? Parece que mais uma vez surge um novo centro de poder
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ruggedSoBadLMAO
· 6h atrás
Hah, mais uma vez a velha rotina de padronização, tudo bem para parecer que é pelo ecossistema, na realidade cada um quer fazer as suas próprias coisas
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LiquidityWizard
· 7h atrás
ngl esta questão da modularidade vs padronização é literalmente apenas o cenário ótimo para o dilema do prisioneiro, mas feito no mundo cripto... os primeiros a agir levam com os burros na água de qualquer forma, estatisticamente falando
Para que o protocolo de disponibilidade de dados realmente exerça o seu poder, a chave está na padronização de cada componente.
Imagine que esse tipo de protocolo é composto por vários módulos, como mecanismos de consenso, codificação de dados, provas de armazenamento e interfaces de recuperação. Se essas partes funcionarem de forma isolada, os desenvolvedores não poderão combiná-las de forma flexível — esse tipo de ecossistema tende a se fragmentar. Por outro lado, se as interfaces forem suficientemente padronizadas, os desenvolvedores poderão montar combinações livres, como usar um determinado esquema de consenso junto com outra tecnologia de prova de armazenamento, o que representa uma verdadeira capacidade de composição.
Porém, há aqui um dilema de equilíbrio. Definir padrões muito cedo pode bloquear o espaço para inovação, dificultando a implementação de novas ideias que queiram romper com o quadro estabelecido. Por outro lado, estabelecer padrões muito tarde pode levar a uma situação de isolamento de cada um por si. Portanto, o papel das organizações do setor é fundamental: é preciso promover padrões abertos, permitindo que os módulos centrais de diferentes protocolos possam realmente interoperar.
A beleza do design modular está exatamente nisso — mantendo a estabilidade do núcleo, cada componente pode evoluir de forma independente. Assim, não se abala a base de todo o sistema, ao mesmo tempo em que se deixa espaço para a evolução tecnológica.