O sueco Armand Duplantis simplesmente não para de fazer história. Na terceira tentativa da final de salto com vara masculino do Campeonato Mundial de Atletismo 2025 em Tóquio, no dia 15 de setembro, Mondo Duplantis ultrapassou a barra aos 6,30 metros (20 pés, 8 polegadas), marcando seu 14º recorde mundial desde 2020. A façanha conquistou seu terceiro título mundial na modalidade.
A jornada até 6,30: quando a perfeição leva mais de uma tentativa
Nem sempre as maiores performances vêm na primeira oportunidade. Apesar de ter executado uma série impressionante de saltos – 5,5, 5,85, 5,95, 6,00, 6,10, 6,15 e 6,30 – Duplantis precisou de nove tentativas no total para selar o novo patamar. Não era o cenário ideal para quebrar um recorde, mas o resultado final foi o mesmo: história.
“Senti confiança desde o primeiro salto”, revelou o atleta sueco após a competição. “Aquecimento, a primeira vez na pista, tudo transmitia segurança.” O recorde anterior, estabelecido por Duplantis em agosto no Grande Prémio da Hungria em Budapeste, ficou em 6,29 metros. A marca de 6,30 apenas reforça o domínio absoluto do sueco na disciplina.
O contexto: a ascensão imparável de Mondo Duplantis
Aos 25 anos, Duplantis coleciona títulos como poucos atletas conseguem fazer. Além deste terceiro campeonato mundial em Tóquio, o sueco venceu em Budapeste e Eugene anteriormente. Seus dois últimos ouro olímpicos (em Tóquio e Paris) completam um palmarés praticamente imbatível.
Para dimensionar o feito: o francês Renaud Lavillenie foi o recorde-mundista anterior a Duplantis, com marca de 6,18 metros. Desde então, o sueco não para de subir o nível. O grego Emmanouil Karalis ficou em segundo lugar com máximo de 6,00 metros, enquanto o australiano Kurtis Marschall conquistou o bronze aos 5,95 metros. Sam Kendrick, dos Estados Unidos e medalhista de prata olímpico em Paris, completou o pódio em quarto.
O segredo por trás do ouro: energia do público e determinação
Duplantis, que cresceu na Louisiana e se formou nos EUA antes de integrar a LSU, tem um toque especial em competições decisivas. Ele finalizou sua apresentação com confiança diante de uma multidão entusiasmada no Estádio Nacional de Tóquio.
“O diferencial foi ter os espectadores e toda a energia do público”, explicou. “É um dos melhores estádios e atmosferas que já vivenciei.” Questionado sobre sua mentalidade, foi direto: “Tenho que garantir que ganho primeiro e levo o ouro para casa. Tudo que for necessário para isso, faço. Depois, independente da energia, sempre tento os saltos para o recorde mundial.”
A suíça Ditaji Kambundji também protagonizou um momento marcante na noite, vencendo os 100 metros com barreiras feminino em 12,24 segundos. Mas para quem acompanha o salto com vara, o nome que fica é Duplantis – porque no topo do esporte, há quem simplesmente continue subindo.
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Duplantis faz história em Tóquio: 14º recorde mundial do sueco é selado aos 6,30 metros
O sueco Armand Duplantis simplesmente não para de fazer história. Na terceira tentativa da final de salto com vara masculino do Campeonato Mundial de Atletismo 2025 em Tóquio, no dia 15 de setembro, Mondo Duplantis ultrapassou a barra aos 6,30 metros (20 pés, 8 polegadas), marcando seu 14º recorde mundial desde 2020. A façanha conquistou seu terceiro título mundial na modalidade.
A jornada até 6,30: quando a perfeição leva mais de uma tentativa
Nem sempre as maiores performances vêm na primeira oportunidade. Apesar de ter executado uma série impressionante de saltos – 5,5, 5,85, 5,95, 6,00, 6,10, 6,15 e 6,30 – Duplantis precisou de nove tentativas no total para selar o novo patamar. Não era o cenário ideal para quebrar um recorde, mas o resultado final foi o mesmo: história.
“Senti confiança desde o primeiro salto”, revelou o atleta sueco após a competição. “Aquecimento, a primeira vez na pista, tudo transmitia segurança.” O recorde anterior, estabelecido por Duplantis em agosto no Grande Prémio da Hungria em Budapeste, ficou em 6,29 metros. A marca de 6,30 apenas reforça o domínio absoluto do sueco na disciplina.
O contexto: a ascensão imparável de Mondo Duplantis
Aos 25 anos, Duplantis coleciona títulos como poucos atletas conseguem fazer. Além deste terceiro campeonato mundial em Tóquio, o sueco venceu em Budapeste e Eugene anteriormente. Seus dois últimos ouro olímpicos (em Tóquio e Paris) completam um palmarés praticamente imbatível.
Para dimensionar o feito: o francês Renaud Lavillenie foi o recorde-mundista anterior a Duplantis, com marca de 6,18 metros. Desde então, o sueco não para de subir o nível. O grego Emmanouil Karalis ficou em segundo lugar com máximo de 6,00 metros, enquanto o australiano Kurtis Marschall conquistou o bronze aos 5,95 metros. Sam Kendrick, dos Estados Unidos e medalhista de prata olímpico em Paris, completou o pódio em quarto.
O segredo por trás do ouro: energia do público e determinação
Duplantis, que cresceu na Louisiana e se formou nos EUA antes de integrar a LSU, tem um toque especial em competições decisivas. Ele finalizou sua apresentação com confiança diante de uma multidão entusiasmada no Estádio Nacional de Tóquio.
“O diferencial foi ter os espectadores e toda a energia do público”, explicou. “É um dos melhores estádios e atmosferas que já vivenciei.” Questionado sobre sua mentalidade, foi direto: “Tenho que garantir que ganho primeiro e levo o ouro para casa. Tudo que for necessário para isso, faço. Depois, independente da energia, sempre tento os saltos para o recorde mundial.”
A suíça Ditaji Kambundji também protagonizou um momento marcante na noite, vencendo os 100 metros com barreiras feminino em 12,24 segundos. Mas para quem acompanha o salto com vara, o nome que fica é Duplantis – porque no topo do esporte, há quem simplesmente continue subindo.