Os portugueses se dirigem às urnas em 18 de janeiro para definir quem será o próximo chefe de Estado. O pleito destaca-se pelo recorde de participantes: 11 candidatos à presidência da república, refletindo um cenário de dispersão política acentuada no país. As perspectivas indicam uma campanha altamente competitiva, com grande probabilidade de decisão em segunda volta.
Cenário de Alta Incerteza
De acordo com as projeções do Estimador.pt, que processa dados de múltiplas pesquisas e simula diversos cenários eleitorais, existe 99% de probabilidade de que a eleição vá para o segundo turno, marcado para 8 de fevereiro. A análise das simulações revela que a verdadeira luta está concentrada em torno de cinco políticos, com margens muito reduzidas entre eles.
Os Favoritos na Corrida
Segundo as projeções estatísticas que combinam pesquisas recentes e modelam milhares de cenários possíveis:
André Ventura (Chega) segue com 69% de chances de avançar à segunda etapa
Luís Marques Mendes (PSD/CDS-PP) marca 48% de probabilidade
Henrique Gouveia e Melo (independente) possui 42% de chances
António José Seguro (PS) chega a 34%
João Cotrim de Figueiredo (Iniciativa Liberal) registra 7%
O Que Mostram as Pesquisas Mais Recentes
A sondagem mais atualizada, realizada pela Pitagórica entre 4 e 6 de janeiro para a CNN Portugal, TVI, TSF e Jornal de Notícias, apresenta um quadro de intenso embate entre os principais candidatos à presidência da república. Com margem de erro de ±4,06 pontos percentuais, os números revelam:
António José Seguro (PS) – 21,0%
André Ventura (Chega) – 19,6%
João Cotrim de Figueiredo (Iniciativa Liberal) – 18,0%
Henrique Gouveia e Melo (independente) – 17,2%
Luís Marques Mendes (PSD/CDS-PP) – 16,0%
Catarina Martins (Bloco de Esquerda) – 3,3%
António Filipe (PCP) – 2,7%
Manuel João Vieira (independente) – 1,0%
Jorge Pinto (Livre) – 0,7%
Outros – 0,5%
Uma Corrida Aberta e Imprevisível
Os números demonstram que os cinco principais candidatos estão tecnicamente empatados, o que reforça o caráter aberto e incerto do pleito. A fragmentação política observable nas intenções de voto reflete a complexidade do cenário eleitoral português neste momento, onde nenhum nome consegue construir uma margem confortável antes da votação. A eleição para presidente da república configura-se como genuinamente competitiva, com resultado em aberto até o dia da decisão.
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Eleição para Presidente da República em Portugal: Conheça os Candidatos na Disputa de 18 de Janeiro
Os portugueses se dirigem às urnas em 18 de janeiro para definir quem será o próximo chefe de Estado. O pleito destaca-se pelo recorde de participantes: 11 candidatos à presidência da república, refletindo um cenário de dispersão política acentuada no país. As perspectivas indicam uma campanha altamente competitiva, com grande probabilidade de decisão em segunda volta.
Cenário de Alta Incerteza
De acordo com as projeções do Estimador.pt, que processa dados de múltiplas pesquisas e simula diversos cenários eleitorais, existe 99% de probabilidade de que a eleição vá para o segundo turno, marcado para 8 de fevereiro. A análise das simulações revela que a verdadeira luta está concentrada em torno de cinco políticos, com margens muito reduzidas entre eles.
Os Favoritos na Corrida
Segundo as projeções estatísticas que combinam pesquisas recentes e modelam milhares de cenários possíveis:
O Que Mostram as Pesquisas Mais Recentes
A sondagem mais atualizada, realizada pela Pitagórica entre 4 e 6 de janeiro para a CNN Portugal, TVI, TSF e Jornal de Notícias, apresenta um quadro de intenso embate entre os principais candidatos à presidência da república. Com margem de erro de ±4,06 pontos percentuais, os números revelam:
Uma Corrida Aberta e Imprevisível
Os números demonstram que os cinco principais candidatos estão tecnicamente empatados, o que reforça o caráter aberto e incerto do pleito. A fragmentação política observable nas intenções de voto reflete a complexidade do cenário eleitoral português neste momento, onde nenhum nome consegue construir uma margem confortável antes da votação. A eleição para presidente da república configura-se como genuinamente competitiva, com resultado em aberto até o dia da decisão.