#代币上线与空投 看到特朗普媒体 esta vez o plano de airdrop de tokens, uma quantidade de sombras da história passou pela minha cabeça.
A onda de ICOs de 2017 ainda está bem viva na minha memória — quantos projetos se aproveitaram do pretexto de "distribuir tokens à comunidade" para captar fundos, acabando por deixar tudo ao abandono. Naquela altura, também vi várias empresas cotadas tentarem "inovar" através de tokens, e sem exceção, todas se tornaram exemplos de esquemas de colheita de lucros. A operação do DJT desta vez, embora pareça formalmente regulamentada — usando a tecnologia da Crypto.com, limitando transferências e circulação, esclarecendo quem são os beneficiários —, essa lógica me é extremamente familiar.
O ponto crucial é que isso não é um verdadeiro mecanismo de incentivo por airdrop, mas uma forma de "dar vida" aos acionistas existentes com tokens. Cada ação de 1 ação dá 1 token, junto com direitos de desconto na comunidade Truth, que na essência ainda é uma forma de bloqueio e vinculação. Já vi muitos casos assim: quando um projeto começa a usar tokens para substituir retornos diretos em dinheiro ou valor de participação, geralmente significa que está buscando novos suportes de avaliação.
Ao olhar para isso em 2024, o ambiente realmente mudou. A postura regulatória evoluiu, o entendimento do mercado também aprofundou. Mas a armadilha da lógica de investimento nunca mudou — sempre pergunte: qual é o fundamento por trás deste token? Se for apenas "eu te dou desconto", pode ser só uma embalagem diferente de uma velha tática. A alta de 5,8% no pré-mercado reflete expectativas de curto prazo do mercado, mas o verdadeiro teste virá daqui a três meses, quando o token realmente chegar às mãos, e o mercado precisar definir seu valor.
A história me ensina a ficar atento àqueles projetos que usam tokens como ferramenta de captação de recursos, e não como ferramenta de ecossistema.
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#代币上线与空投 看到特朗普媒体 esta vez o plano de airdrop de tokens, uma quantidade de sombras da história passou pela minha cabeça.
A onda de ICOs de 2017 ainda está bem viva na minha memória — quantos projetos se aproveitaram do pretexto de "distribuir tokens à comunidade" para captar fundos, acabando por deixar tudo ao abandono. Naquela altura, também vi várias empresas cotadas tentarem "inovar" através de tokens, e sem exceção, todas se tornaram exemplos de esquemas de colheita de lucros. A operação do DJT desta vez, embora pareça formalmente regulamentada — usando a tecnologia da Crypto.com, limitando transferências e circulação, esclarecendo quem são os beneficiários —, essa lógica me é extremamente familiar.
O ponto crucial é que isso não é um verdadeiro mecanismo de incentivo por airdrop, mas uma forma de "dar vida" aos acionistas existentes com tokens. Cada ação de 1 ação dá 1 token, junto com direitos de desconto na comunidade Truth, que na essência ainda é uma forma de bloqueio e vinculação. Já vi muitos casos assim: quando um projeto começa a usar tokens para substituir retornos diretos em dinheiro ou valor de participação, geralmente significa que está buscando novos suportes de avaliação.
Ao olhar para isso em 2024, o ambiente realmente mudou. A postura regulatória evoluiu, o entendimento do mercado também aprofundou. Mas a armadilha da lógica de investimento nunca mudou — sempre pergunte: qual é o fundamento por trás deste token? Se for apenas "eu te dou desconto", pode ser só uma embalagem diferente de uma velha tática. A alta de 5,8% no pré-mercado reflete expectativas de curto prazo do mercado, mas o verdadeiro teste virá daqui a três meses, quando o token realmente chegar às mãos, e o mercado precisar definir seu valor.
A história me ensina a ficar atento àqueles projetos que usam tokens como ferramenta de captação de recursos, e não como ferramenta de ecossistema.