O presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil recentemente tomou uma decisão importante, recusando-se a abrir os arquivos relacionados ao caso de lavagem de dinheiro para a defesa. O suspeito já fugiu para Omã e é considerado uma figura central no caso "Operação Alcasária". O caso, que ocorreu entre 2021 e 2024, envolve uma organização que realiza lavagem de dinheiro através da criação de empresas de fachada, armazenamento de grandes quantidades de dinheiro em espécie e estruturas complexas de contas multilayer, com um valor envolvido de aproximadamente 12 bilhões de reais. Este caso reflete a evolução das técnicas tradicionais de lavagem de dinheiro na era digital — utilizando múltiplos níveis de contas e circulação de dinheiro em espécie para evitar a fiscalização. A medida do setor judicial demonstra a importância dada à confidencialidade nas investigações de combate à lavagem de dinheiro, além de alertar os participantes do setor de criptomoedas de que a cooperação judicial internacional e a regulamentação financeira estão se aprofundando continuamente.
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BTCBeliefStation
· 7h atrás
12 mil milhões de reais... Esta empresa de fachada com estruturas de contas em múltiplas camadas é realmente impressionante; mesmo na blockchain, não há como impedir esse esquema de contas em várias camadas.
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LayerZeroHero
· 7h atrás
1,2 bilhões de reais... Essa tática já está ultrapassada, ainda estão usando o esquema de empresas de fachada? Já devia ter atualizado para operações na blockchain, hein
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TokenUnlocker
· 7h atrás
12 bilhões de reais... Esta tática é realmente apenas aplicar os métodos tradicionais de lavagem de dinheiro na blockchain, com estruturas de múltiplas contas + fluxo de caixa. Em resumo, é a mesma velha estratégia.
Fugir para Omã para escapar à justiça, um pouco extremo, hein? Mas desta vez, o tribunal simplesmente bloqueou os arquivos; a luta contra a lavagem de dinheiro realmente está evoluindo.
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ProbablyNothing
· 7h atrás
1,2 bilhões de reais... A velha tática de empresas de fachada ainda está sendo usada, está ficando cada vez mais ultrapassada. Aliás, fugir para Omã, realmente, eles sabem escolher o lugar, hein.
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WenAirdrop
· 7h atrás
1,2 bilhões de reais, empresas de fachada + contas em múltiplas camadas... Essa combinação ainda tem algum valor, não é de admirar que tenha conseguido fugir para Omã
Fugitivos conseguem fugir tão longe, o que isso indica? É que o sistema financeiro tradicional está cheio de vulnerabilidades, aqui na blockchain ainda precisamos de transparência, pessoal
Arquivo confidencial? Parece um pouco absurdo, a transparência já deveria ser padrão, essa coisa de manter tudo em segredo
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CoffeeOnChain
· 7h atrás
1,2 mil milhões de reais... Com esse tamanho, a velha tática de empresas de fachada ainda funciona bem na era Web3, ri-se
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AirdropworkerZhang
· 8h atrás
12 bilhões de reais... Com esse tamanho, não consigo imaginar como foi feito
O presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil recentemente tomou uma decisão importante, recusando-se a abrir os arquivos relacionados ao caso de lavagem de dinheiro para a defesa. O suspeito já fugiu para Omã e é considerado uma figura central no caso "Operação Alcasária". O caso, que ocorreu entre 2021 e 2024, envolve uma organização que realiza lavagem de dinheiro através da criação de empresas de fachada, armazenamento de grandes quantidades de dinheiro em espécie e estruturas complexas de contas multilayer, com um valor envolvido de aproximadamente 12 bilhões de reais. Este caso reflete a evolução das técnicas tradicionais de lavagem de dinheiro na era digital — utilizando múltiplos níveis de contas e circulação de dinheiro em espécie para evitar a fiscalização. A medida do setor judicial demonstra a importância dada à confidencialidade nas investigações de combate à lavagem de dinheiro, além de alertar os participantes do setor de criptomoedas de que a cooperação judicial internacional e a regulamentação financeira estão se aprofundando continuamente.