Olhem para a governança on-chain atual, e, honestamente, ela é basicamente um palco para grandes investidores. Os pequenos investidores assistem de braços cruzados enquanto uma baleia vota e, imediatamente, todos seguem o exemplo, sem realmente haver uma disputa genuína. Qual é a raiz desse problema? É que a votação é demasiado «transparente» — quem possui quantos votos, em que votou no final, tudo fica claro para o mundo inteiro. Assim, o «bullying do voto de peso» torna-se a norma na governança on-chain: uma vez que os grandes investidores se manifestam, o resto não tem mais suspense.
Todos estão a competir para colocar ativos na blockchain, mas poucos realmente se preocupam com a questão de «como o poder é colocado na blockchain». Essa é a área de profundo subestimar. A abordagem do Dusk é bastante contra-intuitiva — ela usa a tecnologia de criptografia ZK para criar um sistema de votação «ao mesmo tempo transparente e confidencial»: toda a rede pode verificar se sua elegibilidade para votar é válida, mas ninguém consegue descobrir se você votou a favor ou contra.
Quão crucial é essa capacidade? Imagine aquelas decisões de conselho que envolvem dividendos em dinheiro real: se os participantes puderem votar sem revelar suas posições, as práticas de compra de votos e retaliações praticamente não terão espaço para existir. Em um mundo adulto cheio de interesses e cálculos, o poder anônimo é, na verdade, o verdadeiro poder livre — isso não é uma fuga à regulamentação, mas uma proteção à essência do voto.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
12 gostos
Recompensa
12
3
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
LadderToolGuy
· 11h atrás
Ai, tens toda a razão. Quando uma baleia solta um pum, toda a rede segue o exemplo, os pequenos investidores realmente estão à mercê de serem explorados.
A votação anónima é genial, tenho que estudar bem esse sistema da Dusk.
Ninguém realmente quer o poder na cadeia, todos estão focados no dinheiro.
Ver originalResponder0
SatoshiNotNakamoto
· 11h atrás
Finalmente alguém explicou claramente, a essência do voto é a privacidade. A transparência acaba por se tornar uma prisão.
Ver originalResponder0
GasWastingMaximalist
· 12h atrás
Caramba, esta é mesmo a verdadeira dor de cabeça, a transparência acabou por se tornar cúmplice na concentração de poder, incrível
Olhem para a governança on-chain atual, e, honestamente, ela é basicamente um palco para grandes investidores. Os pequenos investidores assistem de braços cruzados enquanto uma baleia vota e, imediatamente, todos seguem o exemplo, sem realmente haver uma disputa genuína. Qual é a raiz desse problema? É que a votação é demasiado «transparente» — quem possui quantos votos, em que votou no final, tudo fica claro para o mundo inteiro. Assim, o «bullying do voto de peso» torna-se a norma na governança on-chain: uma vez que os grandes investidores se manifestam, o resto não tem mais suspense.
Todos estão a competir para colocar ativos na blockchain, mas poucos realmente se preocupam com a questão de «como o poder é colocado na blockchain». Essa é a área de profundo subestimar. A abordagem do Dusk é bastante contra-intuitiva — ela usa a tecnologia de criptografia ZK para criar um sistema de votação «ao mesmo tempo transparente e confidencial»: toda a rede pode verificar se sua elegibilidade para votar é válida, mas ninguém consegue descobrir se você votou a favor ou contra.
Quão crucial é essa capacidade? Imagine aquelas decisões de conselho que envolvem dividendos em dinheiro real: se os participantes puderem votar sem revelar suas posições, as práticas de compra de votos e retaliações praticamente não terão espaço para existir. Em um mundo adulto cheio de interesses e cálculos, o poder anônimo é, na verdade, o verdadeiro poder livre — isso não é uma fuga à regulamentação, mas uma proteção à essência do voto.