Com a abertura oficial em 2026, o mercado de alta do Bitcoin finalmente vislumbra uma luz após um longo período, com vários indicadores na cadeia a emitir sinais de reversão para o mercado de alta, incluindo a recuperação do Coinbase Premium, o rebound do Índice de Medo e Ganância (Fear & Greed Index), e o rácio Long/Short que, após desleveraging, permanece acima de 1.0, indicando uma estrutura de mercado em fase de recuperação gradual.
Até às 10h de hoje (5), o Bitcoin recuperou para cerca de 93.000 dólares, afastando a sombra de uma queda temporária abaixo de 87.000 dólares no final de dezembro. No entanto, apesar da melhoria no mercado, o sentimento permanece frágil, com analistas a alertar que, enquanto as variáveis macroeconómicas não forem totalmente resolvidas, os investidores devem manter cautela e evitar ações impulsivas a curto prazo.
Refluxo de capitais institucionais: Coinbase Premium a recuperar
A primeira indicação de otimismo vem do movimento de capitais dos investidores americanos, especialmente das instituições, refletido no “Coinbase Premium”, que mede a força de compra nos mercados dos EUA e global. Este indicador está a fazer uma inversão em V, após uma queda acentuada para -150 no final de dezembro, e já se encontra a recuperar significativamente, aproximando-se do zero.
Em outras palavras, após o encerramento do período de vendas de final de ano, os investidores institucionais americanos voltaram a ser compradores. Se o “Coinbase Premium” continuar a subir e estabilizar-se acima de zero, confirma-se o retorno do interesse em dólares, um indicador líder de que o Bitcoin pode iniciar uma nova fase de valorização.
Adeus ao “Medo Extremo”: sentimento de mercado a aquecer
O sentimento de mercado também melhora de forma sincronizada. O Índice de Medo e Ganância (Crypto Fear & Greed Index), que combina volatilidade, volume de negociações, sentimento social e momentum do mercado, subiu de 29 para 40 desde a semana passada.
Isto indica que o mercado saiu da zona de “pânico extremo”. Apesar de os valores em diferentes plataformas ainda apresentarem variações (CoinGlass mostra 26, enquanto a Binance indica 40), a tendência de “fuga do pânico” e de “recuperação da confiança” está bastante clara.
Fundamentos sólidos: posição de compra ainda predominante
Dados do mercado de derivativos também sustentam a narrativa de otimismo. Apesar de o rácio Long/Short do Bitcoin ter recuado devido à desleverage, mantém-se acima de 1.0, um nível crítico.
Quando o rácio Long/Short é superior a 1.0, significa que o volume de fundos a apostar na subida do preço (longs) é maior do que os que apostam na descida (shorts). Os dados atuais indicam que a estrutura do mercado está a passar por uma fase de arrefecimento saudável, não uma crise de pânico, o que reduz o risco de uma grande liquidação em cadeia no futuro.
Razões para “manter cautela”
Apesar de vários indicadores mostrarem melhorias, existem riscos que não podem ser ignorados. Primeiro, o Índice de Medo e Ganância, embora em recuperação, ainda se encontra na zona de “pânico”, refletindo dúvidas dos investidores quanto à direção da política do Federal Reserve (Fed). Especialmente após a divulgação do FOMC de dezembro, que sinalizou uma postura hawkish, o mercado ajustou novamente as expectativas de cortes de juros.
Além disso, a recente recuperação pode estar parcialmente relacionada ao fim da pressão de vendas de final de ano (venda de ativos com prejuízo para reduzir impostos), sendo uma recuperação técnica mais do que uma mudança de confiança de fundo.
Os analistas destacam que, para confirmar uma reversão definitiva da tendência, é necessário que o Coinbase Premium “seja claramente positiva” e se estabilize acima de zero, confirmando que o capital institucional entrou de forma consistente.
Perspectivas futuras
De modo geral, o retorno do interesse institucional, a melhoria do sentimento e os fundamentos sólidos de compra criam uma base otimista para o mercado de Bitcoin no início de 2026.
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Instituições americanas retornam ao mercado! Bitcoin ultrapassa US$ 93.000, e estes 3 indicadores mostram "sinal de alta"
Com a abertura oficial em 2026, o mercado de alta do Bitcoin finalmente vislumbra uma luz após um longo período, com vários indicadores na cadeia a emitir sinais de reversão para o mercado de alta, incluindo a recuperação do Coinbase Premium, o rebound do Índice de Medo e Ganância (Fear & Greed Index), e o rácio Long/Short que, após desleveraging, permanece acima de 1.0, indicando uma estrutura de mercado em fase de recuperação gradual. Até às 10h de hoje (5), o Bitcoin recuperou para cerca de 93.000 dólares, afastando a sombra de uma queda temporária abaixo de 87.000 dólares no final de dezembro. No entanto, apesar da melhoria no mercado, o sentimento permanece frágil, com analistas a alertar que, enquanto as variáveis macroeconómicas não forem totalmente resolvidas, os investidores devem manter cautela e evitar ações impulsivas a curto prazo.
Refluxo de capitais institucionais: Coinbase Premium a recuperar A primeira indicação de otimismo vem do movimento de capitais dos investidores americanos, especialmente das instituições, refletido no “Coinbase Premium”, que mede a força de compra nos mercados dos EUA e global. Este indicador está a fazer uma inversão em V, após uma queda acentuada para -150 no final de dezembro, e já se encontra a recuperar significativamente, aproximando-se do zero. Em outras palavras, após o encerramento do período de vendas de final de ano, os investidores institucionais americanos voltaram a ser compradores. Se o “Coinbase Premium” continuar a subir e estabilizar-se acima de zero, confirma-se o retorno do interesse em dólares, um indicador líder de que o Bitcoin pode iniciar uma nova fase de valorização.
Adeus ao “Medo Extremo”: sentimento de mercado a aquecer
O sentimento de mercado também melhora de forma sincronizada. O Índice de Medo e Ganância (Crypto Fear & Greed Index), que combina volatilidade, volume de negociações, sentimento social e momentum do mercado, subiu de 29 para 40 desde a semana passada.
Isto indica que o mercado saiu da zona de “pânico extremo”. Apesar de os valores em diferentes plataformas ainda apresentarem variações (CoinGlass mostra 26, enquanto a Binance indica 40), a tendência de “fuga do pânico” e de “recuperação da confiança” está bastante clara.
Fundamentos sólidos: posição de compra ainda predominante
Dados do mercado de derivativos também sustentam a narrativa de otimismo. Apesar de o rácio Long/Short do Bitcoin ter recuado devido à desleverage, mantém-se acima de 1.0, um nível crítico.
Quando o rácio Long/Short é superior a 1.0, significa que o volume de fundos a apostar na subida do preço (longs) é maior do que os que apostam na descida (shorts). Os dados atuais indicam que a estrutura do mercado está a passar por uma fase de arrefecimento saudável, não uma crise de pânico, o que reduz o risco de uma grande liquidação em cadeia no futuro.
Razões para “manter cautela”
Apesar de vários indicadores mostrarem melhorias, existem riscos que não podem ser ignorados. Primeiro, o Índice de Medo e Ganância, embora em recuperação, ainda se encontra na zona de “pânico”, refletindo dúvidas dos investidores quanto à direção da política do Federal Reserve (Fed). Especialmente após a divulgação do FOMC de dezembro, que sinalizou uma postura hawkish, o mercado ajustou novamente as expectativas de cortes de juros.
Além disso, a recente recuperação pode estar parcialmente relacionada ao fim da pressão de vendas de final de ano (venda de ativos com prejuízo para reduzir impostos), sendo uma recuperação técnica mais do que uma mudança de confiança de fundo.
Os analistas destacam que, para confirmar uma reversão definitiva da tendência, é necessário que o Coinbase Premium “seja claramente positiva” e se estabilize acima de zero, confirmando que o capital institucional entrou de forma consistente.
Perspectivas futuras
De modo geral, o retorno do interesse institucional, a melhoria do sentimento e os fundamentos sólidos de compra criam uma base otimista para o mercado de Bitcoin no início de 2026.