De 5 de junho de 2026, 07:00 a 07:15 UTC, o BTC registrou uma variação de -0,73%, com preço entre 61.379,0 e 61.986,7 USDT, amplitude de 0,98%. A volatilidade de curto prazo aumentou e o mercado manteve o quadro de fraqueza recente.
O principal motor dessa oscilação é a retomada da tendência de queda e a convergência com problemas estruturais no mercado de derivativos. O BTC caiu -13,35% nos últimos 7 dias, e o preço já rompeu de forma efetiva a média móvel de 50 dias (76.458 dólares) e a de 200 dias (78.646 dólares), com o cenário técnico de curto prazo claramente enfraquecido. Além disso, a taxa de financiamento segue em território extremamente negativa; posições vendidas estão superlotadas, e a força de operar a descoberto domina o mercado.
Em segundo lugar, a incerteza macro continua pressionando. Os dados históricos mostram que, em 9 reuniões do FOMC, o BTC caiu em 8 delas. Diante disso, os traders tendem a evitar risco antes do evento. Além disso, em 2 de junho, as transações de grande porte do Bitcoin dispararam para 10.095 operações acima de US$ 100.000, atingindo a maior marca em seis semanas; porém, a intenção das baleias não está clara. Se o objetivo for distribuição e não acúmulo, isso pode aumentar a pressão de oferta no curto prazo. Na era de Satoshi, as baleias abriram mais de US$ 1,1 bilhão em posições vendidas; se a tendência continuar, pode intensificar a pressão de venda.
Atualmente, o BTC está em sobrevendido, com RSI de apenas 18,67. O Índice de Medo e Ganância, em 12, permanece em nível de extremo medo. É importante observar a faixa de suporte de 110.000-112.000 dólares. Se perder esse patamar, pode acelerar a queda em direção a 100.000-105.000. Por outro lado, os sinais históricos de taxa de financiamento extremamente negativa e de oferta em prejuízo acima de 10,5 milhões de BTC podem disparar um squeeze dos vendidos e compras em baixa.