De 5 de junho de 2026, 14:30 a 14:45 UTC, o BTC teve uma alta de +0,75%, com preço entre 60.335,5 e 61.194,5 USDT, e amplitude de 1,42%. Esta pequena recuperação ocorreu após um cenário de queda extrema no início de junho, com o mercado em estado de pânico intenso.
O principal motor desta variação foi a demanda por um repique técnico. Entre 2 e 3 de junho, o BTC caiu rapidamente de cerca de US$ 77.799 para cerca de US$ 65.978, com queda no período acima de 14%, registrando o pior recuo de curto prazo desde 2026. O RSI diário caiu para 10,00, próximo do valor histórico extremo, e o Fear & Greed Index desceu para 11 (pânico extremo), criando espaço para uma correção técnica em condição de sobrevenda extrema.
Em seguida, a aceleração do fechamento de posições vendidas impulsionou a alta do preço. No início de junho, a taxa de funding nos contratos perpétuos passou a ser negativa; os custos dos vendidos continuaram se acumulando e, ao mesmo tempo, o open interest caiu rapidamente de cerca de US$ 42 bilhões para US$ 28,4 bilhões, com queda superior a 20%. Com isso, muitos vendidos optaram por encerrar posições para realizar lucros. Além disso, a quantidade de BTC mantida nas exchanges subiu para 2,71 milhões de BTC (o maior nível desde março), refletindo que a vontade de venda dos detentores ainda existe; porém, em um ambiente de baixa liquidez, uma pressão de compra menor pode amplificar a volatilidade do preço.
Vale ficar atento ao risco de novas oscilações. Atualmente, o BTC ainda está em um quadro de fraqueza: os ETFs spot de Bitcoin já registram 11 pregões consecutivos de saída líquida, com acumulado superior a US$ 2,97 bilhões, e a saída contínua de capital institucional cria pressão estrutural. O suporte-chave de US$ 71.300-73.000 foi rompido; se as compras perderem força, poderá haver uma nova queda.